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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

ISO 9000

Muitos ouvem falar da tal expressão, mas poucos sabem o que significa e o quanto é relevante para as organizações e para os consumidores. Consultei então nosso amigo Wiki, e colei um breve texto tratando do assunto. 

A expressão ISO 9000 designa um grupo de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão da qualidade para organizações em geral, qualquer que seja o seu tipo ou dimensão.
A sigla "ISO" refere-se à International Organization for Standardization, organização não-governamental fundada em 1947, em Genebra, e hoje presente em cerca de 157 países. A sua função é a de promover a normatização de produtos e serviços, para que a qualidade dos mesmos seja permanentemente melhorada.
Esta família de normas estabelece requisitos que auxiliam a melhoria dos processos internos, a maior capacitação dos colaboradores, o monitoramento do ambiente de trabalho, a verificação da satisfação dos clientes, colaboradores e fornecedores, num processo contínuo de melhoria do sistema de gestão da qualidade. Aplicam-se a campos tão distintos quanto materiais, produtos, processos e serviços.
A adoção das normas ISO é vantajosa para as organizações uma vez que lhes confere maior organização, produtividade e credibilidade - elementos facilmente identificáveis pelos clientes -, aumentando a sua competitividade nos mercados nacional e internacional. Os processos organizacionais necessitam ser verificados através de auditorias externas independentes.

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Administração e Contabilidade - Amálgama para a prosperidade

Tenha que dimensão tiver uma empresa ela sempre dependerá da qualidade dos meios humanos e materiais que dispõe para conseguir a prosperidade, esta que é a meta fundamental e natural dos empreendimentos humanos.


Como normalmente não se abre uma casa comercial, nem se instala uma indústria com propósito fortuito, a continuidade das operações é uma natural pretensão.

Habitual é que a busca da satisfação das necessidades seja conseguida e é isto o que materializa a “eficácia”, quer como na prática se verifica, quer como enuncia a doutrina científica do Neopatrimonialismo Contábil.

Essa a razão lógica que liga estreitamente dois conhecimentos: o da Administração e o da Contabilidade e que sugere sejam amalgamados para um pleno vigor da finalidade empresarial ou institucional.

Por longo tempo foi apenas a “intuição” a grande guia, contando quase sempre com a atuação subjetiva dos próprios donos dos empreendimentos, mas, na medida em que os negócios cresceram fez-se necessário delegar inclusive funções antes concentradas nos proprietários e que eram basicamente as de planejamento, decisão, comando, coordenação e controle.

Na época em que os métodos de raciocinar para encontrar a verdade amadureceram, mais precisamente no fim do século XVIII e início do XIX, quando muitos conhecimentos apenas empíricos, movidos pelo “subjetivismo”, caminharam para o “objetivismo” muitas novas ciências surgiram, dentre elas a da Contabilidade e da Administração.

A experimentação, a vivência, o bom senso transmitido de gerações em gerações foram alimentos para as doutrinas das referidas doutrinas científicas e uma poderosa amálgama ocorreu entre o governo da empresa e o governo do patrimônio.

Isto seguiu a uma tendência natural porque quanto mais complexa se torna a vida econômica dos povos e tanto mais inquieto é seu sistema político e social quase sempre com agitada legislação e medidas coercitivas dos governos, exigindo conhecimentos associados relativos à gestão e as transformações das riquezas.

Os empreendimentos são células sociais de influência dentro de seu próprio núcleo e no ambiente em que participam e provocam fenômenos humanos e patrimoniais.

O fato administrativo, como ação humana volvida à obtenção de objetivos lucrativos ou então ideais, só pode ser consciente se lastreado no estudo das influências que são produzidas na riqueza governada face ser esta o meio indispensável para a consecução dos objetivos perseguidos.

Nas grandes organizações, denominadas “corporações”, os problemas ainda mais se multiplicam e exigem rigores, hoje deveras complexos face a leis e controles do Estado (como nos Estados Unidos os derivados da Lei Sarbane-Oxley, da SEC, no Brasil os da CVM – Comissão de Valores Mobiliários, da Receita Federal, do Banco Central etc.).

Como nas referidas os volumes de operações são expressivos ocorre cada vez mais a necessidade de delegações de poderes e execuções, demandando a atuação de pessoas não proprietárias, mas com o poder de comando.

Tal separação entre “proprietário” e “dirigente”, imposta pela vultosa e complexa operacionalização, obriga a rigores no que tange a cognição daquele sobre as ações deste.

Tal fato exige medidas específicas estritamente fundamentadas em realidade, logo, matéria científica, ou seja, nem sempre o pragmático se torna a solução, especialmente no que se refere à movimentação e transformação do patrimônio.

Quando, então, o capital se fragmenta a responsabilidade social das empresas se amplia.

A função do “administrador” muito mais se acentua paralelamente a uma responsabilidade maior, exigindo deste uma gestão não só estrategicamente planejada, mas, a busca de um apoio singular em modelos de comportamento da riqueza o que só a Contabilidade Científica pode oferecer.

As sociedades maiores possuem altos encargos, todavia, não só com a comunidade de acionistas, mas, também com a coletividade, pelo poder que exercem sobre a economia dos povos.

Isso não significa, todavia, que uma pequena empresa deixe de necessitar dos recursos de uma administração racional ou de uma Contabilidade estribada em matéria científica.

O abandono do empirismo é o que leva a empresa ao sucesso e como os fenômenos administrativos e contábeis se operam nos mesmos ambientes, imprescindível é a amálgama que resulte em uma “Contabilidade para fins Administrativos”, esta que seguindo a uma metodologia específica fundamenta-se em uma interdisciplinaridade rigorosa.

Não se trata, no caso, de limitar a Contabilidade à informação (como erroneamente muitos acreditam que nisso ela se confine), nem às normas que a esta regulam (não confiáveis no caso), mas, sim, de aplicar as doutrinas refinadas de natureza cientifica na construção de modelos qualitativos e quantitativos.

A união de tais conhecimentos é tão significativa que a doutrina científica da Administração nasceu em berço contábil e os primeiros notáveis tratadistas da questão foram os contadores e intelectuais italianos Francesco Villa (1840) e Giovanni Rossi (1882), que publicaram obras muito antes, que se editassem as dos estudos de F.W. Taylor (1911) e H. Fayol (1916).

Autor: Antônio Lopes de Sá
Fonte: Administradores - O portal da administração

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Economia E Ética

A economia originalmente fazia parte da ética. Tratava-se das ações virtuosas do chefe de família em relação às suas atribuições na organização da casa. Adam Smith mudou isso em 1776 com o livro Riqueza das nações. Não foi uma mudança gradual, mas uma ruptura. Até então todos viam a economia mais ou menos da mesma forma com que Aristóteles a tratava, ou seja, como parte da filosofia ética. Até mesmo o professor de Adam Smith via a economia como um ramo da filosofia ética e política.

A agricultura, por exemplo, era vista como um dever divino. O homem tinha a responsabilidade, ou o dever moral, de "cuidar da terra". Deixar de fazê-lo era considerado indigno. Hoje em dia esse dever não se perdeu, ele se ampliou para o dever do trabalho, que encontra seu ápice na ética protestante, como mostra Max Weber.

Os autores mercantilistas ainda não tinham a visão de economia que Adam Smith tinha. Eles simplesmente estenderam o dever patriarcal ao dever do governante da nação. Não compreendiam a economia como tendo um "funcionamento espontâneo e regular", com regras próprias derivadas da matemática e não dependentes da ética ou da filosofia. O Estado é fundamentando como uma organização patriarcal no mesmo modelo da família nuclear.

A economia não se tornou uma disciplina independente atrasadamente, pois isso não era possível antes. Era preciso uma estrutura social em que o interesse individual na posse de bens superasse o interesse pela preservação das relações sociais. A economia parece depender de instituições não-econômicas para se fazer possível enquanto ciência. Esta tese é defendida por autores da antropologia econômica.

A criação da economia de mercado inverte a situação da economia, que antes estava submersa na ação ética de cada cidadão, e agora passa a determinar as ações da própria sociedade. A economia não mais depende de uma consideração ética das ações, mas a sociedade de massas depende da economia para se reproduzir. O mercado é entendido como um sistema auto-regulado onde "indivíduos perseguindo apenas seus interesses pessoais ofertam e demandam mercadorias, e as decisões sobre o que e quanto produzir partem somente das expectativas de ganho, e não mais de uma necessidade social". É como se houvesse uma sincronia pré-estabelecida entre os desejos humanos e a manutenção da sociedade de massas, mas tal afirmação encontra hoje diversas críticas por parte de antropólogos e sociólogos.

A economia como ciência corta o laço entre ação humana e a ética. "A perpetuação humana passa a depender de que tudo tenha um preço, inclusive a terra e o trabalho". Mas o trabalho não pode ser uma mercadoria, pois ele é a própria atividade humana. A terra é a própria natureza, e também não pode ser tratada como mercadoria. Essas questões são originalmente filosóficas, mas foram tiradas do âmbito de discussão original. A pretensão da economia de ser uma ciência deve ser debatida. Pode haver um grave reducionismo no fundamento da economia enquanto ciência.

Outros autores ainda defendem que a economia só pode ser entendida corretamente se for tomada como parte da ecologia, ou seja, como se tratasse da troca de matéria e energia dentro do sistema humano. Considerando que a atividade humana não está isolada da atividade das outras espécies do planeta, essa seria uma boa sugestão, porém a tendência é que a visão econômica “aos moldes de Adam Smith” se estenda para explicar o papel de cada organismo do planeta em função da manutenção da civilização. Ou seja, para colocar um valor econômico em cada processo que faça parte da vida e aí então completar a formula do funcionamento orgânico do mercado. Cabe ainda a crítica à tendência de tornar a economia algo derivado e dependente de um moralismo, ou de um sistema moral supostamente inerente ao homem. A necessidade ou a validade de tal visão moralista também é uma discussão do campo da filosofia.

Referência:
CERQUEIRA, Hugo Eduardo Araújo da Gama, O discurso econômico e suas condições de possibilidade.

Autor: Janos Biro. Nascido em 1980. Filósofo e escritor.
Fonte: Artigonal

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Ética na Profissão Contábil

Este artigo tem a finalidade de orientar o contabilista sobre o cumprimento do código de ética profissional da contabilidade, a fim de estimular a execução da lei e, sobretudo conscientizar o profissional contábil no que tange a integridade, honestidade e ética, zelando pela moralidade da classe e, sobretudo garantindo transparência nos procedimentos contábeis.

No século passado, ainda na fase empírica da contabilidade, a corrupção permeava os vários setores da economia. No período colonial, o rei da província necessitava de uma pessoa responsável pelas finanças das capitanias hereditárias, no entanto, esse serviço era feito pelo contador, mas na intenção de beneficiar os donos das grandes propriedades de terras, os responsáveis das finanças deixavam ser levado pelo engordo da corrupção, maquiando resultado e outras informações financeiras. Ao longo do tempo, varias foram às mudanças nos procedimentos e fatos contábeis, porem, a corrupção intensificou gradualmente. Finalmente, no período atual e contemporâneo, a figura do contador passou a ser de extrema importância no desenvolvimento das pequenas e medias empresas, portanto, a fraude também passou a ser mais freqüente, garantindo, não obstante, ao fracasso de muitos empresários. Afinal,o papel do contabilista é/será de combater essa “doença” ,que afeta, infelizmente, a classe contábil.

O zelo, a dedicação, a honestidade e, a integridade são princípios a serem seguidos pelos contadores,pois, agindo assim, vamos acabar com o suborno que tanto permeia a classe contábil.Portanto,para acabar com isso, o Conselho Federal de Contabilidade aprovou a lei 803/96 que regulamenta o Exercício do Profissional da Contabilidade. Na resolução do CFC,Art. 1º diz categoricamente:“Este Código de Ética Profissional tem por objetivo fixar a forma pela qual se devem conduzir os contabilistas, quando no exercício profissional.”

Partindo desse pressuposto, o código de ética propôs ao contabilista o procedimento correto do exercício da profissão, afim de garantir a idoneidade do profissional e, também do patrimônio do cliente. Na lei citada acima existe dois pilares fundamentais da ética,entre eles são: os princípios e as regras.O primeiro diz respeito à idoneidade do profissional ,já o segundo diz respeito à disciplina que o contador deve ter perante o cliente (empresário) e, também para a sociedade em geral.

DEVERES E OBRIGAÇÕES DO CONTABILISTA - Segundo o código de ética, são deveres e obrigações do contabilista,entretanto,neles podemos destacar o mais importante. O artigo Art. 2º diz :I – exercer a profissão com zelo, diligência e honestidade, observada a legislação vigente e resguardados os interesses de seus clientes e/ou empregadores, sem prejuízo da dignidade e independência profissionais;

“O aumento do erro premeditado vem fazendo com que a sociedade solicite cada vez mais profissionais com boa índole, que encaram a profissão com serenidade e sinceridade. Na maioria dos casos, o problema principal é a falta de ética que na essência do que traduz a palavra, é a idéia de compromisso, dentro de um contexto que define a integração social de direitos e deveres”. (Prêmio Jovem Cientista do CRC/BA. Pág.,162)

DOS DEVERES EM RELAÇÃO AOS COLEGAS E À CLASSE- Ética também deve ser praticada com os colegas de profissão. Segundo o mestre da contabilidade, Lopes de Sá, afirma categoricamente que: “É nosso dever contribuir para o progresso de nossos colegas, sem ver em cada um deles um «concorrente», mas, sim, um verdadeiro irmão que merece nosso respeito e consideração, exigindo de nossa parte tanto a intenção permanente em ajudar, como, também, a permanente em praticar a ajuda”.

Vale ressaltar, conforme afirma o capítulo IV do Código de Ética Profissional do Contabilista: Art. 9º – A conduta do Contabilista com relação aos colegas deve ser pautada nos princípios de consideração, respeito, apreço e solidariedade, em consonância com os postulados de harmonia da classe.

Atenção contabilista e empresário: a ética profissional do contabilista deve ser, impreterivelmente, cumprida!

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
  • CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Princípios Fundamentais e Normas Brasileiras de Contabilidade. Brasília: CFC, 2003.
  • CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE BAHIA. Prêmio Jovem Cientista do CRC/BA. Salvador-Bahia, 2005.
  • SÁ, Antonio Lopes de. Teoria da Contabilidade. São Paulo: Atlas, 1998.  
Sobre o Autor: Jenison Santos é estudante de Ciências Contábeis pela Universidade do Estado da Bahia

Fonte: Artigos.com

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Conferência faz parte das comemorações dos 40 anos do Ibracon

Ana María Elorrieta, presidente da Diretoria Nacional do Ibracon e Guy Almeida Andrade, presidente em exercício do Conselho de Administração do Ibracon.
No encerramento da Conferência Brasileira de Contabilidade e Auditoria Independente – Ibracon 40 anos, a presidente do Ibracon, Ana María Elorrieta destacou o grande envolvimento de toda a Diretoria Nacional, do Conselho de Administração, da equipe de trabalho do Instituto e de um comitê de trabalho formado por associado da entidade, que trabalharam muito para realização o evento.
Lembrou que a Conferência é uma das atividades da Celebração dos 40 anos do Instituto. Para ela, o objetivo vem sendo marcar este aniversário de quatro décadas de atuação do Ibracon com atividades relevantes e que, também, contribuam para o fortalecimento do Instituto e da profissão. Com isso, foi lançada a nova marca, os Prêmios Transparência de Jornalismo e Transparência Universitário, além da Revista Transparência Ibracon.
Para Ana María Elorrieta, a Diretoria Nacional e o Conselho de Administração estão orgulhosos pelo resultado dessas iniciativas, com o Ibracon se comunicando de forma abrangente com o mercado. A presidente destacou que o ciclo de comemorações dos 40 anos será completado em 13 dezembro, dia do aniversário, num evento sociocultural.

Fonte: IBRACON

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Novas Vertentes: Engenharia Contábil

De modo simplificado, pode-se dizer que a Engenharia Contábil nasce da junção da Ciências Contábeis com a Engenharia de Sistemas ou Sistemas de Informação, com uma ênfase maior em engenharia:

Ciências Contábeis + Sistemas de Informação = Engenharia Contábil

Uma integração eficaz dos sistemas de informação é uma das formas mais eficientes de construção organizacional colaborativa.

No atual cenário empresarial e contábil, uma organização que possua sistemas de controle interno perfeitamente integrado e passível de análise detém um diferencial competitivo, pois seus processos são executados com eficácia e de forma automatizada propiciando a disponibilização de informações financeiras mais eficazes.

Assim, torna-se necessário pensar no desenvolvimento da profissão convergente aos novos caminhos empresariais, onde a sistematização e a programação é realidade na contabilidade tanto fiscal quanto societária.

Autor: Gustavo Leite Nascimento
- Graduando em Ciências Contábeis, interessado pelo conhecimento profissional e acadêmico na matéria relacionada a Contabilidade, Auditoria, Finanças e Sistemas de Informação.
- Formação em línguas - inglês e espanhol.
- Pretenções em realizar extensão em Executive Management na Europa; extensão em Gestão da Tecnologia da Informação e especialização em Engenharia de Software (enfâse Contábil-financeiro).

Fonte: Artigos.com

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Sistema Público de Escrituração Digital

O SPED, abreviação de Sistema Público de Escrituração Digital, começou a ser desenvolvido pelo Serpro ainda no Governo Fernando Henrique Cardoso com a edição da Lei 9989/00 (Plano Plurianual) que contemplava o programa de modernização das administrações tributárias e aduaneiras. O sistema entrou em vigor para algumas empresas em 2008, em caráter de teste, atingindo em 2009 grande parte das empresas tributadas pelo lucro real no país.
O projeto é composto por três bases:
  • EFD – Escrituração Fiscal Digital;
  • ECD – Escrituração Contábil Digital; e
  • NF-e – Nota Fiscal Eletrônica.

Principais objetivos do SPED

  • Promover a integração dos fiscos, mediante a padronização e compartilhamento das informações contábeis e fiscais, respeitadas as restrições legais;
  • Racionalizar e uniformizar as obrigações acessórias para os contribuintes, com estabelecimentos de diferentes órgãos fiscalizadores;
  • Tornar mais célere a identificação de ilícitos tributários, com a melhoria do controle dos processos, a rapidez no acesso as informações e a fiscalização mais efetiva das operações com o cruzamento de dados e auditoria eletrônica.
Dentro de cada área – Fiscal, Contábil e Nota Fiscal Eletrônica –, o SPED tem o objetivo de tornar os processos mais eficientes, o que beneficiará os usuários com tempo e ganho de produtividade.

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Curiosidades - Administração

O JURAMENTO DO ADMINISTRADOR
"Prometo dignificar minha profissão consciente de minhas responsabilidades legais, observar o código de ética objetivando o aperfeiçoamento da ciência da administração, o desenvolvimento das instituições e a grandeza do homem e da pátria. "

Observação: A Resolução Normativa que padroniza o Juramento é a R.N. nº 201 de 19/12/1997, publicada no D.O.U. no dia 27/01/98.

FRASES DE PETER DRUCKER 
(Considerado unanimemente o “pai da administração moderna”)

"Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite."

“Pode ser dito sem grande supersimplificação, que não há países subdesenvolvidos. Há apenas os subadministrados."

"Sessenta por cento de todos os problemas administrativos resultam de ineficácia na comunicação."

“A melhor maneira de predizer o futuro é criá-lo."

"As pessoas que não correm riscos geralmente cometem uns dois grandes erros por ano. As pessoas que correm riscos geralmente cometem uns dois grandes erros por ano."

"Decisões empresariais sempre comprometem os recursos do presente com as incertezas do futuro."

"A revolução da informação representa uma nítida transferência de poder de quem detém o capital para quem detém o conhecimento."

9 DE SETEMBRO, DIA DO ADMINISTRADOR
Nove de setembro foi o "Dia Nacional do Administrador", por ser a data de assinatura da Lei nº 4769, de 9 de setembro de 1965, que criou a profissão de Administrador. O dia do Administrador foi instituído pela Resolução CFA nº 65/68, de 09/12/68.
 

domingo, 1 de maio de 2011

O Sucesso Em Três Versões

Professor da Harvard Business School e membro do conselho deliberativo do Insper, em São Paulo, o americano Howard Stevenson esteve no Brasil em março para falar sobre seu tema preferido (sucesso) num evento da Fundação Estudar. Na platéia, estudantes e empresários como Jorge Paulo Lemann, sócio da ABInBev e do Burger King. Stevenson falou com exclusividade a EXAME.

O conceito do que é sucesso vem mudando?
Durante muito tempo, as pessoas acahvam que ter sucesso era ganhar muito dinheiro. Mas a crise mostrou que esse modelo faliu. Há outras formas de medir o nível de sucesso de uma pessoa. Uma delas é avaliar o legado que se deixa para as próxiams gerações.

Quais os diferentes perfis de sucesso?
Eles ficam muito claros em três personagens distintos: Nelson Mandela, Bill Gates e Donald Trump. Cada um teve sucesso a seu modo. Mandela mudou a história de uma nação, Gates se tornou um dos homens mais ricos do mundo e se dedicou à filantropia e Trump... não suporto seu egocentrismo, mas é inegável que ele construiu um império.

Qual modelo vai prevalecer?
Todos continuarão a coexistir, mas acredito que cada vez menos as pessoas vão sair da universidade achando que terão de vender a alma para "chegar lá".

Entrevista de Lucas Amorim
Fonte: Revista EXAME ed. 990 pág. 99

sexta-feira, 29 de abril de 2011

O Calvário da Arthur Andersen

A via-crúcis da Arthur Andersen, iniciada com a quebra de um de seus maiores clientes, a Enron, será muito mais sofrida do que seu comandante Joseph Berardino podia imaginar. A empresa descobriu que os pedidos de indenização que investidores irão fazer na Justiça, de até US$ 10 bilhões, são apenas a primeira estação do calvário. As seguintes são mais difíceis. Para começar, seus clientes começaram a lhe virar as costas. Gigantes do porte do laboratório Merck & Co, da empresa de entregas Federal Express e da Delta Airlines ,disseram adeus as empresas que fugiram do escândalo. Em seguida, quem virou as costas à empresa foram seus pares. A Andersen, sentindo que a carteira de 2.400 clientes poderia escorrer entre os dedos, tentou negociar sua venda para os principais concorrentes e acabou rejeitada. Ouviu “não” três vezes. Sem muita alternativa, a direção da quinta maior empresa de auditoria do mundo resolveu adiantar-se e preparar ela mesma o próximo capítulo de sua história. Pediu a seus advogados que deixassem pronto um pedido de concordata e pode usá-lo na Justiça a qualquer instante.
Mas a empresa definitivamente não está no controle. O governo americano abriu processo contra ela, acusando-a de ter destruído ilegalmente “toneladas” de documentos da Enron. O crime, segundo a acusação, é de obstrução das investigações sobre a quebra da antiga gigante da energia. A multa pode ser de US$ 500 mil. A Andersen, porém, não entrega os pontos. Diz-se vítima de abuso de poder do governo e proclama-se inocente.

Trecho da matéria O Calvário da Arthur Andersen.

domingo, 24 de abril de 2011

25 de Abril!

Contabilista. Um profisional de grande importâcia no desenvolvimento econômico e social do nosso país.
A contabilidade vive um momento especial no Brasil. A classe contábil é cada vez mais valorizada, principalmente devido a turbulência econômica pela qual passa todos os países, dando maior visibilidade a atividade. Está provado que seja num período de crise ou não a contabilidade é um instrumento imprescindível no processo de tomada de decisão e na solução para a continuidade das organizações. Afinal, uma empresa sem contabilidade é como um barco a deriva.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

O Brasil na Convergência

Implicações de uma tendência global acelerada

As Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRSs, sigla em inglês para "International Financial Reporting Standard"), o novo padrão contábil global, estão ganhando rápida aceitação em vários países, fazendo com que as organizações de todo o mundo passem a avaliar as potenciais implicações e benefícios da adoção ao novo padrão.
A implementação das IFRSs pode ter impacto em quase todos os aspectos de uma empresa, incluindo relatórios financeiros, controles internos, impostos, finanças públicas, gestão de remunerações, controle de caixa, gerenciamento de serviços jurídicos, entre outros.
Embora a implementação de IFRSs de alta qualidade seja desafiadora, quando planejada e administrada adequadamente, pode trazer melhoras substanciais na performance das funções financeiras, simplificar o processo de elaboração dos relatórios financeiros societários globalmente, implementar controles e reduzir custos, pois promove:
  • Políticas padronizadas e otimizadas de relatórios financeiros e de contabilidade
  • Eficiência no uso e na disponibilidade de recursos
  • Relatório societário centralizado em centro de serviços compartilhados
  • Controles incrementados
  • Controle de caixa otimizado
Fonte: Deloitte

 

terça-feira, 5 de abril de 2011

Ler é bacana!

Academias cheias, pessoas na rua fazendo seu exercício diário, ótima alimentação e vários outros métodos para uma saúde e aparência física melhor. Tudo isso é importante. Mas e o principal, como fica nossa mente, como fica o nosso cérebro sem exercícios? Vazio, destreinado, a deriva no mundo repleto de informação e conhecimento.
Na minha opinião, ler enriquece nossa concentração e melhora nossa percepção e concepção do mundo em que vivemos, além de melhorar nosso vocabulário, escrita, nível de informação, cultura e contribuir para a melhoria no nosso raciocínio lógico. Quem lê se refugia do mundo real e acaba criando uma auto defesa nas palavras, já que esse raciocínio faz com que o indivíduo se torne mais inteligente. Como afirma Augusto Cury: "Mentes brilhantes não são privilégio de heróis nem de gênios, mas de mentes dispostas a serem treinadas." E ler é um hábito que, com certeza é o pontapé inicial para uma mente brilhante, regada de informação e um pensamento crítico.
Falo de leitura de verdade. Para mim aquelas revistas de fofocas sobre famosos ou "tabloides" que são muito comums dentro de ônibus não são um tipo de leitura relevante. Existem ainda aqueles que andam com um livro de auto-ajuda sob o braço com algum tipo de psicologia de botequim.
No Brasil as crianças são muito pouco incentivadas a terem o hábito da leitura, e isso é levado para outras fases da vida, não que uma pessoa não consiga adotar o hábito mais tarde, mas fica muito mais difícil que o indivíduo o faça. Uma pesquisa feita pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), revela que 20% dos jovens universitários do Estado de São Paulo não tem o hábito de ler, não só em São Paulo, mas isso se reflete em todo o país. Talvez haja uma melhora se compararmos hoje em dia com vinte ou trinta anos atrás. Na Argentina, por exemplo, a média de leitura é de 12 a 15 livros por pessoa por ano, é mais ou menos como ocorre na Europa também.
Seria ótimo ver os brasileiros gastando mais tempo lendo grandes obras literárias, ao invés das mesmas velhas notícias de sempre, que nada acrescentem, culturalmente falando.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Nota Fiscal Eletrônica: Uma Tecnologia Da Informação Como Instrumento Da Contabilidade Tributária

Resumo
Em plena era digital surgiu a Nota Fiscal Eletrônica, que permite ao Fisco homologar em tempo real as operações comerciais das empresas. O objetivo deste artigo é trazer o conceito da Nota Fiscal Eletrônica, apresentar o funcionamento do projeto e os benefícios esperados com a implantação, por parte do Sistema Público de Escrituração (SPED), do novo modelo de escrituração que substitui a nota fiscal em papel por um documento eletrônico com a mesma finalidade e validade jurídica. A problemática do trabalho é a discussão referente à incerteza que existe em relação aos benefícios financeiros, fiscais, ou até mesmo à agilidade no processo de escrituração, para as empresas que optarem pelo projeto. A metodologia adotada na elaboração deste artigo remete à pesquisa bibliográfica, realizada por meio de livros, artigos, mídias e sites relacionados com o projeto da NF-e. Traz como resultado que a NF-e terá a mesma função da nota em papel e que a diferença entre elas é quanto ao registro e arquivo que ocorrerão por meio eletrônico. Conclui-se que as empresas somente observarão benefícios a longo prazo e que o Fisco será o primeiro beneficiado com esse avanço tecnológico.

Introdução
Uma revolução digital promete acontecer na tecnologia da informação com a implantação da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o que causará impacto direto na contabilidade. A vida das empresas, em nível nacional, será impactada por uma verdadeira mudança em relação à emissão de nota fiscal, trazendo integração entre as Administrações Tributárias federal, estadual e municipal.
Com a adoção da escrituração digital surgiu uma grande discussão referente aos benefícios esperados com a implantação desse novo modelo de escrituração, e o problema a ser abordado neste artigo é quem de fato será beneficiado com o projeto da NF-e: o Fisco ou as empresas. O artigo pretende explicar o que é a Nota Fiscal Eletrônica, apresentar como funciona o projeto da NF-e e verificar os resultados esperados com a sua implantação.
Como a NF-e ainda é um tema recente, pouco se tem publicado na última década. Mas, é possível encontrar artigos referentes à utilização da tecnologia da informação na contabilidade, escritos por grandes pesquisadores da área da informática, como Edgard Bruno Cornachione Júnior, e da área da informatização na contabilidade, como Edson Oliveira, com o livro Contabilidade Informatizada.

Fragmento do artigo: Nota Fiscal Eletrônica: Uma Tecnologia Da Informação Como Instrumento Da Contabilidade Tributária Autor: JANICE APARECIDA DO NASCIMENTO 
Fonte: Artigonal

terça-feira, 29 de março de 2011

Por que a Internet não ajudou a economia a crescer tanto quanto se esperava?

Esta é uma pergunta feita e respondida num texto da revista Slate. A questão foi apresentada por diversos economistas, sendo que mais recentemente por Tyler Cowen (do blog Marginal Revolution).
Os economistas constataram que nos anos recentes as grandes economias mundiais apresentaram uma taxa de crescimento reduzida. Apesar das inovações tecnológicas como os chips, os celulares, o GPS, a internet, os caixas eletrônicos, entre outras maravilhas modernas. Já em 1987 o economista Robert Solow afirmava que “você pode ver a era do computador em qualquer lugar, menos nas estatísticas de produtividade”.
Outra possível explicação é que o ganho necessita de um tempo para aparecer. Esta explicação era coerente com os defensores da Nova Economia, que acreditavam que o problema estava sendo resolvido no crescimento da produtividade da década de 1990. Entretanto, os dados mostraram que a Nova Economia foi algo passageiro.
Outra explicação é a do ganho líquido. Neste caso, novas tecnologias favorecem alguns setores, mas prejudicam outros. No cômputo geral, o ganho é pouco expressivo.
Cowen defende outra teoria: talvez a internet não seja tão revolucionária quanto pensamos. Apesar de reconhecer a expansão da rede mundial, da forma como as pessoas se interagem, talvez não seja tão transformadora quanto foi a ferrovia.
A reação natural de alguns é que o problema estava na régua. Ou seja, na unidade de medida. Usando o setor de música, o artigo da Slate apresenta uma proposta: as pessoas pararam de comprar CD; mas isto não significa que a indústria de música está morrendo; apesar das pessoas estarem ouvindo mais música, a relação receita do setor e o PIB está diminuindo.

segunda-feira, 21 de março de 2011

TEDxSP 2009 - Fábio Barbosa - Como é importante o que você faz no dia-a-dia

Ideias inteligentes, de pessoas inteligentes, num evento inteligente. Acredite apaixonadamente no poder das ideias para mudar atitudes, vidas e, até o mundo. 
Esta é uma das palestras do TEDxSP 2009, conferência sem fins lucrativos que reuniu 30 pensadores de diversas áreas do conhecimento. Com o tema: O que o Brasil tem a oferecer ao mundo hoje? O TEDx São Paulo aconteceu no dia 14 de novembro de 2009. 

 

Fábio Colletti Barbosa (São Paulo, 3 de outubro de 1954) é um executivo brasileiro que atualmente preside o Conselho de Administração do Grupo Santander Brasil. Graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, instituição em que atuou como professor nas áreas de Mercado de Futuro e Derivativos, Barbosa fez MBA no IMD (Suíça).
Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 16 de março de 2011

Ciências Sociais Aplicadas

O homem e o espaço, infinitas possibilidades

Necessidades e conseqüências da vida na sociedade são tarefas prioritárias para quem pretende trilhar pelo caminho das Ciências Sociais Aplicadas

Maria Fernanda Cinini

Uma simples palavra, um gesto isolado ou um amontoado de números só ganham sentido se, por trás deles, estiver o desejo humano de modificar e interagir com o meio social. Ações que para alguns são realizadas de forma natural, como um simples hábito cotidiano, tornam-se, para outros, preciosas matérias-primas de trabalho e pesquisa. E com mais de 180 milhões de brasileiros se relacionando a todo momento para transformar e (re)criar o espaço, campo para estudos é o que não falta na área de conhecimento das Ciências Sociais Aplicadas.
Seja no ramo da economia, habitação, informação ou cultura, o interesse do homem é a base presente nas ementas dos currículos dos 14 cursos dessa área. Isso explica porque graduações aparentemente bem distantes, como Comunicação Social, Ciências Contábeis e Arquitetura, por exemplo, dividem o mesmo espaço dentro das Ciências Sociais Aplicadas. “Hoje, a Arquitetura se encaixa nessa área porque consegue resolver os problemas da sociedade relacionados à organização do espaço físico”, explica o coordenador do curso da UFMG Flávio de Lemos Carsalade. Já os contabilistas se “preocupam com os números utilizados no cotidiano das pessoas”, completa o coordenador do curso de Ciências Contábeis, Geová José Madeira. Dessa forma, as questões sociais estão sempre em primeiro lugar e, por isso, desvendar as necessidades e conseqüências da vida na sociedade são tarefas prioritárias para quem pretende trilhar esse caminho de infinitas possibilidades.

Fonte: UFMG

segunda-feira, 14 de março de 2011

O RTT e as normas contábeis brasileiras - Lei nº 11941/09


Elaborado em 06/2009 

A Lei nº 6.404 há mais de três décadas, veio aperfeiçoar a normatização contábil brasileira. A "nova Lei das S/A", como era conhecida, alterou o contido no Decreto-lei 2.627 de 1940 (antiga Lei das S/A) e já sofreu importantes alterações, sendo que a mais recente foi feita pela Lei nº 11.638/07, que atualizou a parte que se refere especialmente às demonstrações contábeis, introduzindo novos conceitos contábeis na legislação societária brasileira e finalmente, veio permitir que nossa contabilidade possa convergir com as normas internacionais.
O Regime Tributário de Transição, mais conhecido como "RTT", foi criado pela Medita Provisória nº 449/08 e convertida em 27/05/2009 na Lei nº 11.941/09. A referida lei dentre as importantes alterações efetuadas na legislação fiscal, busca neutralizar os impactos tributários da adoção dos novos critérios contábeis instituídos pela Lei nº 11.638/07, de 28.12.2007, até que se possam regular definitivamente o modo e a intensidade de integração da legislação tributária com os novos métodos e critérios internacionais de contabilidade.
É oportuno lembrar que logo após a criação da "nova Lei das S.A", a Lei 6.404/76, entrou em vigor o Decreto-lei 1598/77, que regulamentou a parte tributária da lei. Desta forma, agora deverá ocorrer o mesmo, ou seja, o RTT vigerá até que a legislação definitiva seja disciplinada pela Receita Federal para regulamentar os reflexos tributários da nova lei das S.A e normas contábeis.
A opção pelo RTT será aplicada aos anos-calendário de 2008 e 2009, e deverá ser manifestada, de forma irretratável, na DIPJ/2009. A partir do ano-calendário de 2010, o RTT será obrigatório inclusive em relação ao Imposto de Renda apurado com base no lucro presumido ou arbitrado, a CSLL, ao PIS e à COFINS. Desta forma, O RTT vigerá, nos termos do artigo 15, § 1º da Lei 11.941/09, até a entrada em vigor de lei que discipline os efeitos tributários dos novos métodos e critérios contábeis, buscando a neutralidade tributária.
O artigo 16 da Lei 11.941/09, por sua vez, estabelece que, para as empresas sujeitas ao RTT, as alterações introduzidas pela Lei 11.638/07, e pelos artigos 37 e 38 da própria Lei 11.941/09, que "modifiquem o critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do exercício (definido no artigo 191 da Lei das S.A)" não terão efeitos para fins de apuração do lucro real, devendo ser considerados, para fins fiscais, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007. Aplicando-se, inclusive para as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelos demais órgãos reguladores que visem a alinhar a legislação específica com os padrões internacionais de contabilidade (CFC, CPC, IBRACON, dentre outros).
Os procedimentos observados pelas empresas sujeitas ao RTT em caso de eventuais conflitos, entre a lei tributária e a nova regra contábil, devem ser objetos ajustes específicos no lucro líquido do período no Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR), de forma a reverter o efeito da utilização de métodos e critérios contábeis diferentes daqueles vigentes em 31.12.07, e realizar os devidos ajustes no LALUR para a adição, exclusão e compensação.
A Lei nº 11.638/07 entrou em vigor no primeiro dia de 2008, estendendo-as às sociedades de grande porte, ainda que não constituídas sob a forma de sociedades por ações. Assim, aplicam-se às Sociedades de grande porte, as disposições da Lei nº 6.404 sobre escrituração e elaboração de demonstrações financeiras e a obrigatoriedade de auditoria independente por auditor registrado na Comissão de Valores Mobiliários, sendo elas as com ativo maior que R$ 240 milhões ou receita bruta anual superior a R$ 300 milhões.


A seguir lembramos as principais modificações introduzidas pela Lei nº 11.638/07.

Introdução da Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) e Demonstração do Valor Adicionado (DVA);
Segregação entre lei tributária ou especial e normas contábeis (na escrituração ou em livros auxiliares), com objetivo de convergência as normas internacionais.
Registro no ativo imobilizado dos direitos que tenham por objeto os bens para a perfeita manutenção das atividades, inclusive os que transfiram à Cia os benefícios, riscos e controles desses bens;
Modificação do modo de contabilização do diferido (despesas pré-operacionais e de reestruturação que impactam o resultado de mais de um exercício);
Criação do subgrupo "intangível" (ágio, bens incorpóreos e fundo de comércio);
Avaliação continuamente os valores constantes no ativo imobilizado, intangível e diferido;.
Utilização da metodologia "fair value" para demonstrar o valor justo de mercado para instrumentos financeiros;
Ajuste a valor presente todas as operações ativas e passivas de longo prazo, além das operações relevantes de curto prazo;
A rubrica "reserva de capital" não servirá para registrar prêmios recebidos por debêntures ou doações e subvenções.
Os critérios para o cálculo de equivalência patrimonial para coligadas e controlada passam a ser de 20% do capital votante da investida;.
Eliminação das reservas de reavaliação;
Eliminação da conta de Lucros Acumulados;
Criação da conta de Ajustes de Avaliação Patrimonial

Fonte: Fiscosoft

Concursos que devem escapar do corte no Orçamento

São Paulo - Os interessados em entrar na carreira pública que desanimaram com o corte de 50 bilhões de reais no Orçamento podem continuar estudando. O adiamento dos concursos públicos e nomeações previsto para este ano não irá afetar instituições com orçamento independente do governo e deverá caber exceções.
Processos seletivos que atraem milhares de candidatos, como para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a Polícia Federal, são esperados para entrar nas exceções da medida do Ministério do Planejamento.
“Áreas prioritárias como saúde, segurança e educação deverão ser considerados como concursos de emergência e ficarem de fora do corte”, diz Ernani Pimentel, presidente da Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (Anpac).

A ANPAC estima que 85% dos concursos públicos previstos para este ano não dependem do Poder Executivo, ou seja, não serão englobados pela contenção de gastos do Planejamento. Entre estes estão aqueles destinados ao Legislativo e Judiciário e órgãos estaduais e municipais.

Bancos, como BNDES e Banco do Brasil, além de estatais como Petrobras, Anatel e Correios também não deverão ser afetados. “Como sociedade de economia mista que não depende de recursos do governo federal, a Petrobras não está sujeita às restrições aos concursos”, afirmou a gerente de Planejamento de Recursos Humanos da Petrobras, Mariângela Mundim.

Concursos que devem escapar do corte como exceção

INSS
O processo de seleção para o Instituto Nacional do Seguro Social dependerá da aprovação do Planejamento como exceção. O órgão deve recrutar cerca de 2,5 mil profissionais, para técnicos e analistas, com salários que podem chegar a 5,5 mil reais e 8.849,89 reais, respectivamente.

Polícia Federal
Os concursos públicos para setores de segurança também têm chances de não serem adiados. A seleção para a Polícia Federal deve oferecer 328 vagas para agente administrativo (nível médio), 116 vagas para papiloscopista, 396 para agente de polícia, 362 para escrivão (nível superior em qualquer área) e 150 para delegado (nível superior em direito).

Concursos que vão escapar do corte

Petrobras
Correios
Anatel
Infraero
Banco do Brasil
Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES)
Instituto Rio Branco
Tribunais de Justiça
Ministérios Públicos
Defensorias e Procuradorias públicas
Órgãos Estaduais e Municipais

Fonte: EXAME.com

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Profissão em alta

São Paulo - A facilidade para lidar com a calculadora científica não é a única habilidade tecnológica que um profissional de contabilidade deve ter. Cresce a demanda por contadores que lidem bem com tecnologia, conheçam novas leis e falem bem em público.
"As empresas precisam de profissionais que consigam desenvolver parcerias com outros países", afirma William Monteath, diretor de operações da Robert Half.
Para quase metade das companhias brasileiras, profissionais de contabilidade que dominem ferramentas de tecnologia da informação são essenciais.
"As empresas, hoje, operam com milhões de informações", diz. "E precisam de pessoas que saibam tirar o máximo de proveito das tecnologias para lidar com isso".

Fonte: EXAME.com

Os profissionais mais felizes do EUA

São Paulo – Pesquisa divulgada pelo site Career Bliss mostra quais são as profissões que trazem mais satisfação nos Estados Unidos.
No topo da lista, está a carreira de biotecnologia. Mas o ranking também destaca finanças e contabilidade como duas das profissões consideradas mais satisfatórias pelos americanos.
Para chegar a essa lista, o site coletou a avaliação de 200 mil profissionais sobre 70 mil empregos nos Estados Unidos. Ao todo, foram 1,6 milhão de votos em nove fatores de felicidade no trabalho.
Entre os critérios analisados estavam relacionamento com a chefia e colegas de trabalho, ambiente de trabalho, salário, oportunidade de crescimento na carreira e cultura corporativa, entre outros. 

Contabilidade
Com pontuação de 3.059 na pesquisa, a carreira de contabilidade também está em alta no Brasil. Nos Estados Unidos, o ponto de contentamento vai para o fato de que essa é uma área estratégica dentro das empresas.
O crescimento da presença das empresas brasileiras no mercado financeiro internacional está revolucionado o perfil dos contadores no Brasil. Por aqui, ele deixa de está deixando o caráter técnico e adotando uma postura mais decisiva dentro das tomadas de decisões. É deles que parte boa parte das análises que vão balizar as escolhas da diretoria. 

Administração
Atuar no setor administrativo de grandes empresas também torna os profissionais mais felizes. Tanto que o cargo alcançou a quarta posição na lista do Career Bliss. Na pesquisa, este tipo de função ganhou pontuação de 3.066.
Uma das razões para a avaliação tão positiva está na rotina diária dos profissionais do setor. De acordo com a pesquisa, esse é o critério mais valorizados pelas pessoas que trabalham na área administrativa. 

Finanças
Se as outras carreiras colocaram um ponto final na ideia de que “dinheiro traz felicidade”, os profissionais de Finanças não acreditam nessa premissa. Com pontuação de 3.046, quem trabalha nesse setor tem olhos brilhantes quando o assunto é dinheiro.
Segunda a pesquisa, o contentamento deles com o trabalho está ligadao ao poder que o setor traz para a sua função.
Vitais para a tomada de decisões e responsáveis por boa parte das transações, quem trabalha no setor não poderia ser mais feliz. Ponto também para os salários competitivos que rodeiam o setor – tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

Fonte: EXAME.com

domingo, 13 de fevereiro de 2011

"A importância da inovação para os empreendedores das Micro e Pequenas Empresas"

          Assim como o prego que se destaca é martelado, a inovação diferencia o micro e pequeno empreendedor com ideias inteligentes dos demais. Trazer o novo é conquistar o mercado, e a tecnologia da informação é um meio favorecedor para o crescimento das Micro e Pequenas Empresas.
          As empresas inovadoras destacam-se no mercado, pois os clientes buscam sempre um serviço ou produto diferenciado. Cada vez que o cliente usufluir dos serviços de uma empresa, ele espera sempre ser surpeendido com algo novo, logo, há um risco para aquelas organizações que tendem a dar o seu máximo em inovação. A Micro e Pequena Empresa tem que surpreender sim, mas isso deve ser feito aos poucos. O empreendedor deve saber gerir o seu negócio de forma a conquistar os clientes aos poucos.
          O surgimento de novas tecnologias favoreceu a competitividade e o crescimento economico das empresas. O precursor Bill Gates disse em seu livro A Empresa na Velocidade do Pensamento: "Se a questão dos anos 80 era a qualidade e a dos anos 90 a reengenharia, na primeira década do século XXI a questão será a velocidade." Ele se refere a rapidez com que serão feitas as transações dentro das empresas e entre às mesmas. Criar um site por exemplo, é uma ótima e importante alternativa para o crescimento da Micro e Pequena Empresa que deseja maximinizar seus lucros. O empreendedor deve investir bem nesse lado.
          Em suma, assim como todo negócio, inovar é arriscar. Mas quem não arrisca não petisca. Os países mais desenvolvidos, são o que são hoje, devido a formação de grandes empreendedores a frente de seus tempos.

Dissertação escrita em 13/02/2011 por Paulo César - Concurso SEBRAE/AL