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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O que é realmente MBA?

Enviei um e-mail ao consultor de carreiras Max Gehringer perguntando o seguinte: "O que é realmente MBA? Já ouví diversas opiniões e muitas delas se contradizem. Gostaria de um esclarecimento."  Ele respondeu: "Uma pós-graduação em Administração, com nome em inglês (Master of Business Administration). Apesar do Master do nome, não confere título de Mestrado.

Acredito eu que como seu tempo é curto e tenha uma agenda cheia, ele acabou me respondendo pouco a respeito do assunto em relação aos tempos atuais.

Comentário de Max Gehringer na rádio CBN: "Nos Estados Unidos ao concluir um curso universitário, o formando recebe um degree. Se o curso concuído for ligado a administração de negócios, esse degree é chamado de Business Administration, ou abreviando, BA. Degree corresponde a grau. Por isso que quando alguém se forma aqui no Brasil, existir uma cerimônia chamada "colação de grau". Que não quer dizer que você colou para conseguir o grau, colação vem do latin, que significa comparação. Quem recebe o diploma, pode ser comparado ou equiparado aos profissionais da área de administração. Acontece que hoje em dia ser igual a tantos outros não é nenhuma vantagem, então os americanos criaram um outro curso mais avançado para diferenciar os que não queriam ser iguais, esse curso permite colocar a letra "M", de master, antes do BA, aí surgiu a sigla MBA. No Brasil, até pouco tempo atrás, esse curso era chamado de pós-graduação, mas como nomes em inglês imprecionam bem mais, os cursos de pós-graduação em administração fizeram uma jogada de marketing e mudaram de nome. Agora, a maioria deles atende pela sigla MBA. Em suma, com uma faculdade de administração, você vai ter um degree, já com um MBA o currículo muda de estatus e vai ter um pedegree."

O Mestrado em Administração de Negócios é um grau acadêmico nível mestrado destinado a administradores e executores na área de gestão de empresas. Difere do MBA (Master of Business Administration), que traduzindo também significa mestrado em administração de empresas. Apesar do MBA ter grau de "mestrado" em diversos países, no Brasil ele é enquadrado como "Especialização", ou seja, uma "Pós-graduação Lato Sensu". Quem o obtém, portanto, não tem o título de Mestre reconhecido no Brasil.
Fonte: Wikipédia

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O Sucesso Passo a Passo, Max Gehringer

Duas palavras - sorte e foco - resumem o que é preciso para se dar bem na carreira.
O incrível Max Gehringer respondeu a todas as minhas dúvidas e incertezas nesta agradável publicação. Cheio de palavras inteligentes e bom humor, o autor trata de questões como: Entrevista de emprego, questões comuns no mundo corporativo e muitas outras. Vale muito a pena conferir.

"Max Gehringer (Jundiaí, 1949) é administrador de empresas e escritor, autor de diversos livros sobre carreiras e gestão empresarial.
Tornou-se conhecido por suas colunas em várias revistas, na rádio CBN e no programa Fantástico, da TV Globo.
Começou sua carreira como office-boy na antiga fábrica da Cica, em Jundiaí. Graduou-se em Administração de Empresas. Foi escolhido como um dos 30 Executivos Mais Cobiçados do Mercado em pesquisa do jornal Gazeta Mercantil, em janeiro de 1999. Foi um dos cinco finalistas do prêmio Top of Mind em 2005 e 2006 na categoria Palestrante.
Em 1999, no auge de uma carreira bem-sucedida que o levou à direção de grandes empresas como Pepsi, Elma Chips e Pullman, Max Gehringer tomou uma decisão raríssima no mundo corporativo: abriu mão do poder e das mordomias de alto executivo para dedicar seu tempo a escrever e a fazer palestras pelo Brasil. Foi colunista das revistas Você S.A., Exame e VIP, todas publicadas pela Editora Abril. Hoje escreve para a revista Época e Época Negócios, ambas da Editora Globo."

O exame de suficiência em contabilidade - Max Gehringer

Siga o link abaixo e ouça o comentário de Max Gehringer:
CBN - A rádio que toca notícia - Max Gehringer

O curso técnico em contabilidade será extinto? - Max Gehringer

Siga o link abaixo e ouça o comentário de Max Gehringer:
CBN - A rádio que toca notícia - Max Gehringer

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Perspectivas da Profissão Contábil

O universitário que se forma contador, traz com ele, além de seus novos conhecimentos adquiridos, uma nova perspectiva de vida profissional. Todo contador deseja buscar, naquilo que faz, reconhecimento diante da sociedade.

Sabe-se que o profissional contábil exerce papel fundamental na sociedade, pois é a partir das informações fornecidas por ele que os usuários da contabilidade tomam suas decisões. Com isso, é necessário que o contador se atualize, pois as mudanças e os avanços tecnológicos se alteram constantemente, para que na busca de novas alternativas para o auxílio na tomada de decisões de empresas, ele possa facilitar a linguagem da contabilidade. Contudo, sendo o facilitador das informações, o profissional tenha o reconhecimento que buscou ao se formar.

A visão do contador, em relação a sua imagem junto à sociedade, de acordo com a pesquisa de campo foi constatada que em 38% dos pesquisados, os contadores acreditam que sua imagem junto à sociedade, está de bom agrado. Pois a sociedade dá boas oportunidades de carreira a contadores que não possuem experiência.

Ao contrário do que cita Marion (p.80, 2007): “A imagem dessa profissão no Brasil ou em países subdesenvolvidos (ou em desenvolvimento) está muito aquém que nos países desenvolvidos... Nos Estados Unidos, em alguns estados o contador é o mais bem remunerado entre os profissionais liberais. Lá, os auditores são uma classe privilegiada, ganham uma fortuna, jogam golfe e são muito respeitados. Isto acontece em outros países desenvolvidos.”, o contador, principalmente os inexperientes, sente-se acolhidos pela sociedade, em oportunidades propostas. 

De acordo com a pesquisa, o resultado é que 24% dos contadores acreditam que a sociedade os vê como gestores, mesmo estando num país em desenvolvimento.

Portanto, o profissional contábil que um dia desejou reconhecimento na sociedade em sua graduação, com o perfil anteriormente comentado, ele terá boa perspectiva profissional.


Fragmento do artigo: O perfil do contabilista que deseja ingressar num orgão público federal
Publicado em 06/11/2008, por Lilian Aparecida e Nathalia Menezes

Fonte: Artigonal

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Empossado novo presidente do Banco Central do Brasil

 03/01/2011
Alexandre Tombini, assumiu a presidência do Banco Central do Brasil, no lugar de Henrique Meirelles, em cerimônia realizada nesta segunda-feira, em Brasília.
O Superintendente do Ibracon, Marco Aurelio Fuchida, esteve presente representando a presidente da Diretoria Nacional, Ana María Elorrieta.
“É com enorme satisfação que hoje assumo a missão de presidir o Banco Central do Brasil. O Banco Central é indiscutivelmente uma instituição de excelência”, afirmou o presidente empossado, Alexandre Tombini.
O Instituto dos Auditores Independentes do Brasil se relaciona com o Banco Central desde sua criação, quando o Bacen impôs a obrigatoriedade da auditoria independente para empresas do mercado de capitais, fato que contribuiu para a construção e fortalecimento do Ibracon.
Ao longo dos anos o órgão regulador aprovou e tornou obrigatórias normas técnicas emitidas pelo Ibracon estreitando o relacionamento entre as entidades.

Crédito: Comunicação IBRACON

domingo, 16 de janeiro de 2011

A Filosofia Da Contabilidade

  1. Introdução
A filosofia está diretamente ligada à sabedoria e a reflexão, mas a contabilidade precisa de ter uma filosofia própria para conduzir a vida de pessoas que pertencem a um determinado grupo social de profissionais liberais.
É justamente a vida profissional do contador e sua maneira de se conduzir no trabalho desempenhado que criou ao longo dos anos uma maneira toda peculiar de vida profissional, que caracterizou a profissão contábil.
Somos um grupo social envolto pela sociedade que criou um modo de ver o contador, mas nos dias atuais vem mudando essa maneira de vê a postura do contador.
No passado conhecido por guarda-livros era apenas um profissional sem que a sociedade tivesse uma mensagem mais expressiva deste profissional; já nos dias atuais a postura do contador é mais expressiva dentro da sociedade. Este conjunto de regras e de conduta vai amoldando a vida do homem como profissional, e ao mesmo tempo gerando uma nova visão para sociedade.
Temos o Conselho Federal de Contabilidade que criou um código de conduta com as normas profissionais, que veio a dá maior ênfase ao profissional, mas, sobretudo o código de ética profissional cujo objetivo é modelar o profissional a uma vida integra e harmoniosa com o caráter do contador.
Todavia a classe contábil tem uma metodologia a seguir de trabalho, e, no entanto criou uma marca na sociedade que durante anos vem crescendo paulatinamente, e dá ênfase a uma categoria em especial, e a sociedade aceita, pois precisa do profissional para auxiliar nas atividades das empresas.
O profissional à medida que executa seus serviços, e vai adquirindo o perfil do grupo social já está inserido no contexto social dos contadores. Com o tempo o profissional será reconhecido pela sociedade como o responsável pela contabilidade de determinada empresa, e, portanto quanto mais a sociedade requer da classe uma postura diferenciada mais o profissional será visto como alguém especial, que tem algo a oferecer para sociedade.
  1. Desenvolvimento
A filosofia que o profissional da contabilidade vive é parte do contexto social que o mesmo irá viver ao longo dos anos de desempenho profissional; é a militância do trabalho que ira dá uma forma diferente ao cidadão atuante na área contábil.
Cabe ao profissional tomar para si a responsabilidade de arcar com o compromisso assumido perante o seu cliente e a sociedade. Assim sendo com uma postura sociável adquirida exercendo a profissão e vivenciando as experiências em contabilidade que vai se formar o patrimônio intelectual e juntamente com uma postura social nova, então o contador estará com uma filosofia de vida que irá marcando sua vida e sua conduta de trabalhar.
Com o decorrer do tempo com sua postura profissional o contador já está vivendo uma filosofia de vida que passa ser percebida pela sociedade, e informa como é sua conduta profissional através de seu trabalho, a sua maneira de tratar com as pessoas e com a própria sociedade.
Mas todo profissional com o decorrer do tempo constrói uma vida dentro da sociedade, e cria para si próprio uma maneira de viver de acordo com a atividade profissional; porém todo profissional tem a liberdade de ação e de viver, embora o verdadeiro profissional da contabilidade tenha certo caráter que concatena com o estilo de vida que é conduzido, e pautado em princípios sociais. Podemos vê que há encontros na área em que se reúnem vários profissionais de contabilidade e são tratados assuntos relevantes da área contábil, e que os profissionais estão imbuídos de interesse puramente profissional; mas também verificamos o caráter dos profissionais que tem em si quase uma mesma maneira de pensar e agir, e isso forma a filosofia dos profissionais da contabilidade.
O profissional da contabilidade deve refletir sobre a sua vida profissional e a vida pessoal, pois ambas são fusionadas gerando uma pessoa que tem o caráter próprio de quem tem uma postura social, e que altera o contexto social com sua formação de opinião que é próprio do caráter profissional.
Vivemos numa sociedade em que há vários aspectos a serem visto pelos profissionais de diversas áreas do conhecimento, mas que cada um tem uma opinião formada de acordo com sua formação acadêmica, e nós contadores temos o nosso ponto de vista bem firmado em uma legislação própria e conceitos bem definidos que é especifico da área contábil, que não se vincula apenas a uma técnica aplicada mas uma ciência que como as outras tem seu objeto de estudo e seus reflexos sociais.
Podemos salientar com bastante clareza que a sociedade vê no contador, alguém em que pode confiar para formar uma determinada opinião sobre um assunto de interesse social. Porque o que a contabilidade estuda, que é o patrimônio e suas alterações ou variações, há um interesse por parte da sociedade: empregados, empregador, governo e demais investidores. Portanto isso cria valor para o profissional da contabilidade, e o mesmo precisa ter uma postura social bem definida e marcante para a sociedade vê como uma coluna de esteio social.
  1. Considerações finais
A contabilidade e seus profissionais têm uma marca muito bem definida dentro da sociedade, e geram para profissão um modo de vida social e dentro da atividade profissional dando um verdadeiro impulso as atividades dentro do contexto social. Há, porém uma formação que é óbvia para sociedade do que vem a ser o contador, o que faz e em poder opinar para auxiliar o processo social.
O profissional precisa se harmonizar com a vida profissional e viver de uma forma que crie valor social.
É necessário, porém que o contador esteja simultaneamente vivendo com a profissão e tendo uma mentalidade que crie valor social. Não pode haver desarmonia entre ser contador e viver uma vida de contador, isto também é ter um pensamento contábil fluindo na vida do profissional da contabilidade.
Sabemos que a profissional tem uma legislação própria e conceitos definidos, e que tem uma ética profissional estabelecida, entretanto não poderá o contador viver distante deste paradigma, mas em uma comunhão plena com estas regras, e tudo isso caracteriza o pensamento do profissional.
O que é a contabilidade em si, e qual o papel do contador dentro do contexto social já são definidos desta forma. É, todavia uma arte filosófica ter e viver o pensamento contábil, fazer das regras não uma obrigação, mas uma vida agradável que possa ser prazerosa e ao mesmo tempo eficaz para os seus usuários.
Cria valor na sociedade quem assim vive, pois é determinado naquilo que quer e deseja alcançar; é uma marca pessoal que se vai criando no dia a dia, e que somada ao pensamento contábil gera um profissional de caráter íntegro para a sociedade, que tem uma maneira de viver em harmonia com sua profissão.
Há regras a serem cumpridas, mas precisa de profissionais que saibam lidar com as regras; temos uma técnica a ser exercida, mas há também um profissional para saber lidar e expressar a verdade.
Sabe-se que não há como viver sem cumprir as regras e padrões adotados, mas o contador tem que viver para cumprir as regras e padrões, todavia é necessário ter um caráter em verdadeira harmonia social e profissional.
O pensamento da contabilidade é cheio de regras e padrões, e o contador necessita está inserido nesta forma de vida.
Se você fizer uma reflexão de sua vida social e profissional verá alguns aspectos que se diferenciam entre si, mas que você como profissional estará sempre com uma opinião formada a respeito de algo, então há uma ingerência do contador para a sociedade e vice-versa. É nesse ponto que suscita a filosofia da contabilidade para vida do contador.
É o conhecimento que gera e agrega valor ao contador, e cria ingerência social.
Logo, a contabilidade é uma ciência que marca a sociedade através de pessoas que tem um pensamento repleto de regras e padrões, normas e conceitos emanados de órgão especifico e públicos, com suas leis; e assim há pessoas que com seus pensamentos e maneira de agir influem fortemente a sociedade. É necessário também que estas pessoas estejam imbuídas de volição para assim viver dentro da sociedade, e contribuir com sua profissão para as necessidades sociais.
Podemos assim dizer que é um conjunto muito complexo que gera o pensamento da contabilidade, pois envolve pessoas e regras e a vida social em que estão inseridas.
Necessário se faz assim, portanto de uma compreensão bastante relevante dentro da ciência contábil, e que os profissionais esteja buscando ser e estar de tal maneira.
É a filosofia da contabilidade que alavanca a vida do profissional, se o mesmo souber estar coeso a esta maneira de viver.
É uma honra sentir-se dessa forma e viver repleto deste pensamento, quando assim se vive agrega-se valor a si mesmo como profissional.

Publicado em 08/11/2008, por Francisco de Assis dos Santos

Fonte: A Filosofia da Contabilidade - Artigonal

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A Importância Do Trabalho Em Equipe

O psicólogo Abraham Maslow constatou que os indivíduos têm diversas necessidades, com diferentes forças. Sabemos que necessitamos de alimento, de abrigo, pagar nossas contas, de segurança no emprego, etc., mas também de nos relacionar com os outros e de sermos aceitos por eles. Sem isso nosso trabalho se torna enfadonho e sem graça.
Trabalhar em equipe é mais divertido do que trabalhar individualmente, o que pode contribuir para melhorar nosso desempenho.
Há... coisas na terra que são pequenas, mas extremamente sábias: as formigas, criaturas sem força, todavia no verão preparam a sua comida... os gafanhotos não tem rei, porém todos saem, e em bandos se repartem (Provérbios 30:24-27).
Quando falamos em trabalho em equipe, logo nos lembramos das formigas e dos gafanhotos, seres tão pequenos, mas que dão um grande exemplo de união, força e auto-gerenciamento.
As primeiras têm um líder, vivem numa sociedade eficazmente organizada e não precisam receber ordens para executar seu trabalho. Você já viu de perto um formigueiro? Já notou como elas andam em fileiras e sincronia perfeitas e preparam seu alimento no verão para os dias de chuva, quando não podem trabalhar? Já os gafanhotos não têm um líder, porém sabem o que devem fazer exatamente.
Mas o que é trabalho em equipe?
Suponha que você e mais duas pessoas estão trabalhando em uma plantação de feijão, onde cada um ganha o salário correspondente ao seu dia de trabalho. O trabalho funciona da seguinte maneira: em fila, você cava o buraco, o segundo joga a semente e o terceiro integrante tapa o buraco. Cada integrante deste grupo se preocupa apenas em realizar a sua tarefa, nada entendendo da importância do trabalho dos outros, “é cada um por si”.
Um certo dia o segundo membro da equipe faltou ao trabalho por motivo de saúde, porém a atividade continuou, pois cada um recebia o salário correspondente ao seu dia de trabalho e eles sabiam muito bem qual era sua responsabilidade, sem a necessidade de um líder para orientá-los. Você cavava o buraco, o segundo não jogou a semente (pois havia faltado), mas o terceiro tapava o buraco e assim prossegue o dia inteiro...
Muitas pessoas, que atuam em diversas organizações, estão trabalhando em grupo e não em equipe, como se estivessem em uma linha de produção, onde o trabalho é individual e cada um se preocupa em realizar apenas sua tarefa e pronto. No trabalho em equipe, cada membro sabe o que os outros estão fazendo e sua importância para o sucesso da tarefa. Eles têm objetivos comuns e desenvolvem metas coletivas que tendem a ir além daquilo que foi determinado. Se no exemplo anterior você e os demais integrantes do grupo trabalhassem como equipe, conhecendo a importância do trabalho de cada membro, tendo uma visão e objetivos comuns, certamente vocês diriam: “nosso colega faltou, vamos ter que substituí-lo ou mudar o modo como estamos plantando, se não nosso trabalho será improdutivo”.
Toda equipe é um grupo, porém... nem  todo grupo é uma equipe. (Carlos Basso, sócio-diretor da Consultoria CR Basso)
Grupo é um conjunto de pessoas com objetivos comuns, em geral se reúnem por afinidades. No entanto esse grupo não é uma equipe. Pois, equipe é um conjunto de pessoas com objetivos comuns atuando no cumprimento de metas específicas.
Grupo são todas as pessoas que vão ao cinema para assistir ao mesmo filme. Elas não se conhecem, não interagem entre si, mas o objetivo é o mesmo: assistir ao filme. Já equipe pode ser o elenco do filme: Todos trabalham juntos para atingir uma meta específica, que é fazer um bom trabalho, um bom filme.
(Suzy Fleury, psicóloga e consultora empresarial e esportiva)
Ter uma equipe altamente eficaz é mais do que ter um grupo de pessoas, visto que o trabalho em equipe precisa ser planejado, elaborado.

Publicado em 24/08/2008, por Márcio A. Silva 
  

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

IASB disponibiliza as IFRS para pequenas e médias empresas, traduzidas pelo IBRACON

28/12/2010
A tradução das normas internacionais feita pelo Ibracon dentro do processo de convergência,é gratuita e encontra-se disponível no endereço eletrônico do  IASB.  

Dentro do processo de convergência das Normais Internacionais de Contabilidade, o trabalho de tradução feito pelo IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes do Brasil vem beneficiando cada vez mais os profissionais brasileiros que necessitam do material para o exercício de suas atividades.

A versão eletrônica  das normas internacionais de contabilidade para pequenas e médias empresas em português está disponível gratuitamente no portal do Iasb. Refere-se a única tradução oficial em língua Portuguesa autorizada pelo IASB.

José Luiz Ribeiro de Carvalho, diretor de Administração e Finanças da Diretoria Nacional do Ibracon e coordenador do projeto IFRS para PMEs ressalta a importância do trabalho do Ibracon para disseminação destas normas. “As pequenas e médias empresas representam a grande maioria das organizações empresariais brasileiras e são responsáveis por uma
movimentação financeira muito relevante para o país. Zelar pela aplicação adequada dasnormas para com elas é uma preocupação constante do Ibracon”. A tradução compreende os três volumes da obra originalmente publicada em Língua Inglesa pelo IASB sob o titulo “IFRS para Pequenas e Médias Empresas”.

O primeiro volume se refere à norma básica, o segundo as Bases para Conclusões e o terceiro Demonstrações Financeiras Ilustrativas.

Neste sentido o Instituto recomenda o acesso aos profissionais que elaboram demonstrações contábeis para pequenas e médias empresas, assim como aos associados, estudantes e demais profissionais que, de alguma forma, se relacionam à aplicação destas normas.
  
Acesse as normas clicando aqui.

Fonte: ::CPC:: Comitê de Pronunciamentos Contábeis 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

RTT e FCONT: impactos da Lei 11638/07 e Lei 11941/09

Por Sergio Bispo de Oliveira;

No findar de 2007, a Lei 11638/07 foi publicada com base no projeto de lei 3740/00, cujo objetivo é oferecer não apenas uma mudança na estrutura das demonstrações contábeis, como ocorre no Balanço Patrimonial e na Demonstração do Resultado do Exercício, mas determina a adoção da Demonstração do Fluxo de Caixa para as empresas cujo Patrimônio Líquido ultrapasse dois milhões de reais, ao invés da Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR), determinou a criação da Demonstração do Valor Adicionado para as empresas de capital aberto, além de continuar sendo obrigatória a Demonstração de lucros ou Prejuízos Acumulados e as notas explicativas.
(...)
O RTT – Regime Tributário de Transição – nada mais é que uma opção em que as pessoas jurídicas, indiferentes da sua forma societária, se sociedade limitada, sociedade simples, etc, mas desde que esteja na forma de tributação Lucro Presumido ou Lucro Real, poderá escolher se deseja ou não optar pelo RTT nos anos de 2008-2009. Essa opção ao RTT, só deverá ser efetivada se o contabilista responsável, desenvolveu a contabilidade dessas pessoas jurídicas com base nos critérios da Lei 11638/07 e Pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, além de aplicar o critério da essência da primazia sobre a forma.Se assim o fez, o contabilista responsável, deverá na entrega da DIPJ – Declaração das Informações econômico-fiscais da pessoa jurídica - clicar na opção RTT. Se porventura o contabilista não tenha usado os critérios de contabilização determinados pela nova lei e normas correlatas, entendemos que não há a necessidade de optar ao RTT nos anos calendário 2008-2009. Ressalta-se que, uma vez optado ao RTT no ato da entrega da DIPJ em 2009, que cita os fatos de 2008, a pessoa jurídica não poderá desistir no exercício seguinte da opção escolhida. No ano de 2010, todas as pessoas jurídicas optantes pelo regime tributário denominado Lucro Presumido e Lucro Real, são obrigadas a optarem ao RTT, pois é a partir desse ano que a Comissão de Valores Mobiliários, o Banco Central do Brasil, a Receita Federal e outras entidades, por força normativa, determinam a convergência final para as normas internacionais de contabilidade, ou seja, todas as pessoas jurídicas deverão estar em 2010 dentro dos critérios e regras estabelecidas pelas leis e normas em vigência, além de seguirem as Resoluções do Conselho Federal de Contabilidade efetivamente.
Todas mudanças estruturais e de critério determinadas pelas leis e normas, fazem uma ruptura entre o domínio das normas fiscais sobre a contabilidade; o contabilista responsável deve ter em mente que, não basta planejar e estudar normas tributárias e fiscais para diminuição da carga tributária, mas oferecer à pessoa jurídica o que prega o Principio da Continuidade, que diante de sua essência, afirma que a Entidade deverá estar sempre em marcha, ou seja, o contabilista deve oferecer soluções e informações sobre o patrimônio, fluxo de caixa e possíveis desencaixes financeiros, determinando mudanças nas ações gerenciais das quais modificam o patrimônio, dentre outras. Essas ações têm impactos profundos na profissão contábil, onde o contabilista passa a ser de fato um gestor ou ainda um consultor efetivamente, o que sem dúvida é um enorme passo à categoria.
(...)
Nesse contexto, as pessoas jurídicas optantes pelo Lucro Real, que optaram ao RTT no ano calendário de 2008-2009 ou ainda no ato obrigatório em 2010, com base na IN RFB 941/09, são obrigadas a escriturar o Controle Fiscal Contábil de Transição denominado “FCONT”. Esse por sua vez, é um aplicativo (software) que será disponibilizado no portal da Receita Federal do Brasil a partir de 15/10/2009 e deverá ser entregue ao ente até 30/11/2009 (apenas às pessoas jurídicas do Lucro Real que optaram ao RTT). O FCONT é uma escrituração, das contas patrimoniais e de resultado, em partidas dobradas, que considera os métodos e critérios contábeis aplicados pela legislação tributária,ou seja, é uma conversão da contabilidade “societária” para a contabilidade “fiscal”. As empresas optantes ao Lucro Presumido que porventura optaram ao RTT ou ainda, obrigadas em 2010 a informar o RTT, até o presente, a norma não ofereceu nenhuma informação para a entrega de nova obrigação, como ocorre com as empresas do Lucro Real.A única informação que a IN RFB 949/09 afirma é que, as pessoas jurídicas optantes pelo Lucro Presumido, deverão guardar a memória de cálculo; com base nessa determinação, nossa sugestão é que, a pessoa jurídica nessa forma de tributação, guarde em planilha eletrônica as regras e cálculos de convergência.
O RTT não é uma forma de diminuição de tributos e nem tampouco uma nova contabilidade tributária, apenas é uma forma encontrada pelo fisco de não haver divergências contábeis e fiscais.
Por outro lado, observamos que o contabilista responsável deverá rever seus processos, voltar aos bancos escolares, buscar empresas de consultoria normativa e técnica, ajustar seus softwares, criar uma relação com clientes de forma direta e constante para que a gestão da empresa esteja a contendo ao que dita as normas, o que muitas vezes, o cliente poderá até ter que rever seus processos internos.
Enfim, os obstáculos do aprendizado poderão ser muitos, mas o conhecimento com inteligência oferecem frutos de alta qualidade.
Créditos: Blog contábil

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Clientes internos e externos

Tanto o cliente interno como externo, são públicos que o empresário deve ouvir e atender muito bem. Os dois tipos de cliente podem trazer muito lucro ou prejuízo, apesar de estarmos acostumados a só vermos o gerado pelo externo.
Encantar o cliente externo é possiblitar a empresa o seu crescimento e continuidade, pois sem ele a mesma não existe, devendo, assim, existir uma especial atenção com as necessidades desses clientes. As empresas devem procurar sempre um diferencial com relação as outras. O cliente externo sempre espera que suas expectativas sejam superadas, mas tudo deve ser feito na mediada correta, pois não é recomendável que a empresa aplique todos os seus recursos na busca pela maior satisfação do cliente. A satisfação do cliente deve ser superada aos poucos, pois sempre que o mesmo voltar a usufluir do serviço, seu nível de satisfação irá aumentar gradativamente.
Encantar o cliente interno talvez seja ainda mais importante. O que muitas organizações estão percebendo é que não basta tratar bem o cliente que vem a procura de seus produtos ou serviços. Encarar o funcionário como um cliente interno, buscando sempre sua satisfação e bem estar, é hoje uma regra básica em qualquer empresa preocupada em aperfeiçoar sua capacidade de competir. Um clima cordial e harmônico entres os funcionários, desde o CEO até o faxineiro, trás uma boa imagem a empresa. Imagine um local de trabalho onde as pessoas não se tratam bem, não suportam umas as outras, competem de forma desarmônica entre si! O que é que o cliente vai pensar daquela organização? ("Que empresa estranha! As pessoas estão sempre de mau humor. Não gosto de compar lá...") São expressões comums de clientes nessas situações.
Quando uma empresa adota uma postura comprometida com seu papel, consequentemente os funcionários também adotam uma postura comprometida, e isso gera um feedback, logo percebe-se lucro oriundo do trabalho dedicado e comprometido.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Comunicação e Alinhamento Estratégico

Kaplan e Norton, criadores do Balanced Scorecard, afirmam que o planejamento e a estratégia das empresas falham no processo de implementação e que menos de 10% das estratégias são efetivamente executadas devido à falta de alinhamento estratégico entre a companhia e os seus funcionários.

De modo objetivo, o alinhamento consiste em uma situação em que todos os membros da organização, do CEO ao jardineiro, compartilham simultaneamente da mesma visão e direção e compreendem a importância de suas atribuições para ajudar a empresa a alcançá-los.

O conceito de alinhamento estratégico se baseia na idéia de que a performance econômica de uma empresa está diretamente relacionada com a habilidade do gerenciamento para criar uma adequação estratégica, ou seja, uma posição da empresa no mercado competitivo suportada por uma estrutura administrativa adequada.

Outro aspecto importante do alinhamento é a capacidade de adequação estratégica da empresa mediante um processo contínuo de adaptação e mudança às diretrizes estratégicas estabelecidas.

Os idealizadores do Balanced Scorecard deixam claro que a eficácia do alinhamento decorre de dois atributos simples: a habilidade em traduzir com clareza a estratégia e a habilidade em conectar a estratégia a um sistema de gestão que seja capaz de medir o desempenho e os resultados.

Para tornar possível o alinhamento estratégico entre a empresa e seus colaboradores será preciso administrar estrategicamente a comunicação interna, será preciso capacitar as lideranças não somente à gestão da estratégia e à gestão da comunicação, mas, sobretudo, à gestão da comunicação da estratégia.

A comunicação interna deve facilitar a compreensão tanto do mapa estratégico corporativo quanto dos processos e sistemas que contribuem para a implementação da estratégia, além de gerar feedback contínuo sobre o desdobramento da estratégia.

Para ser estratégica e eficaz, a comunicação deve orientar a diretoria sobre como comunicar seus propósitos de modo eficiente, criando um ambiente participativo que favoreça a gestão dos processos de mudança e quantifique o impacto das iniciativas comunicacionais de modo a personificar uma identidade de empresa colaborativa, orientada para seus principais clientes: funcionários, consumidores e sociedade.

Na condição de ferramenta estratégica, cabe à comunicação interna o desafio de ser uma função organizacional capaz de impulsionar o desempenho e o sucesso financeiro de uma empresa, deixando de ser apenas um instrumento, uma mera divulgadora de informações, para compartilhar a missão, a visão, a estratégia e os valores organizacionais de modo a contribuir para o alcance dos objetivos estrategicamente planejados.

Sem a compreensão da visão e da estratégia empresarial, os funcionários não estarão aptos para proativamente encontrar alternativas inovadoras que contribuam com o alcance dos objetivos intencionados pelo planejamento estratégico da corporação.

Neste sentido, a comunicação interna deve contribuir efetivamente para orientar os executivos e demais colaboradores para as necessidades dos clientes, buscando o envolvimento dos funcionários nos processos de negócio, conscientizando todos sobre os fatores críticos que devem ser perseguidos para que a estratégia da empresa seja bem sucedida.

É preciso que executivos, gestores e profissionais envolvidos parem para repensar a comunicação e o relacionamento entre empresa e funcionários. É necessário refletir se, na prática, essa comunicação está contribuindo para promover o alinhamento estratégico e facilitar o alcance dos objetivos organizacionais e a estratégia corporativa de longo prazo.

Se a comunicação não está realmente cumprindo uma função estratégica dentro da empresa, se ela não incorpora o desafio diário da gestão da mudança, se não espelha a arquitetura de uma cultura corporativa comprometida com metas, objetivos, desempenho e resultados, dificilmente o alinhamento se concretizará, pois, alinhamento estratégico supõe mudança, e mudança não funciona sem comunicação estrategicamente planejada.


Texto publicado no portal HSM On-line.

20 Dezembro, 2008


Simples Nacional

 A partir dos artigos, 146, 170 e 179 da Constituição Federal surgiram várias leis concedendo benefícios para as microempresas e empresas de pequeno porte. A União instituiu a Lei 9.317, de 1996, criando o SIMPLES, um sistema simplificado de recolhimento de tributos e contribuições federais que, mediante convênio, poderia abranger os tributos devidos aos Estados e aos Municípios.

Os Estados preferiram não aderir ao SIMPLES e instituíram regimes próprios de tributação, o que acabou resultando em 27 tratamentos tributários diferentes em todo o Brasil. Poucos Municípios aderiram ao SIMPLES federal e a maioria não estabeleceu qualquer benefício para as microempresas e empresas de pequeno porte estabelecidas em seus territórios.

O Estatuto Federal das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, aprovado pela Lei 9.841, de 1999, instituiu benefícios nos campos administrativos, trabalhista, de crédito e de desenvolvimento empresarial. Esses benefícios estavam limitados à esfera de atuação do Governo Federal porque lei ordinária federal não pode obrigar os Estados e os Municípios.

O artigo 146, II, “d” da Constituição Federal facultou à lei complementar estabelecer um regime nacional único de arrecadação para incorporar os tributos devidos pelas micro e empresas de pequeno porte à União, aos Estados e aos Municípios. São características exigidas:

1. Ser opcional para o contribuinte;

2. Permitir condições de enquadramento diferenciadas por Estado;

3. Unificar e centralizar o recolhimento dos tributos, com distribuição imediata da parcela de recursos  pertencentes aos respectivos entes federados, sem qualquer retenção ou condicionamento;

4. Possibilitar o compartilhamento, pelos entes federados, da arrecadação, da fiscalização e cobrança, quando adotado o cadastro nacional único de contribuintes.
  Em 2004, para regulamentar esse dispositivo da Constituição, foi apresentado à Câmara dos Deputados um projeto que acabou resultando na Lei Complementar 123, de 14 de dezembro de 2006, que criou o Estatuto Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. 

A Lei Complementar 123/2006 foi instituída com o objetivo de estabelecer normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às micro e pequenas empresas, no âmbito dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, especialmente no que se refere:

a) à apuração e recolhimento dos impostos e contribuições federais, estaduais e municipais, mediante regime único de arrecadação, inclusive obrigações acessórias;

b) ao cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias, inclusive obrigações acessórias;

c) ao acesso ao crédito e ao mercado, inclusive quanto à preferência nas aquisições de bens e serviços pelos Poderes Públicos, tecnologia, associativismo e regras de inclusão.

A Lei Complementar 123/2007 foi posteriormente alterada pela Lei Complementar 127, de 14 de agosto de 2007. As alterações no texto inicial do Novo Estatuto tiveram como objetivos principais o aperfeiçoamento do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições – SIMPLES NACIONAL. 

O SIMPLES NACIONAL foi criado com o objetivo de unificar a arrecadação dos tributos e contribuições devidos pelas micro e pequenas empresas brasileiras, nos âmbitos dos governos federal, estaduais e municipais. O regime especial de arrecadação não é um tributo ou um sistema tributário, mas uma forma de arrecadação unificada dos seguintes tributos e contribuições:

• Tributos da Competência Federal
:: Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica – IRPJ;
:: Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI;
:: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL;
:: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS;
:: Contribuição para o PIS;
:: Contribuição para a Seguridade Social - INSS, a cargo da pessoa jurídica (empresas com certas atividades devem recolher a contribuição em separado).

• Tributo da Competência Estadual
:: Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS

• Tributo da Competência Municipal
:: Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS.

Texto retirado do site do SEBRAE sobre a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas: Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas

A Estrada do Futuro, Bill Gates

 Sua visão empreendedora, sua originalidade e perseverança, transformaram o nerde de Harvard em um dos homens mais influentes, poderosos, inteligentes e ricos do mundo. Bill Gates trás em A Estrada do Futuro um panorama do fascinante mundo tal como ele será daqui (1995) á alguns anos. O magnata do software narra os principais fatos de sua bem-sucedida vida, do seu primeiro contato aos dezoitos com os misteriosos computadores, até a sua inteligente "casa do futuro" que está construindo em Seattle. Depois de contar superficialmente sobre a fundação da Microsoft, ele apresenta sua concepção do que seja a "estrada do futuro" e como ele afetará nossa sociedade e nossas vidas no futuro próximo.

Depois de ler o livro me fascinei com sua visão otimista e futurista do mundo de hoje. Na época do lançamento do livro, quase que era obrigatória sua leitura, possibilitando as pessoas saber como seriam afetadas suas vidas pela "estrada" da informação. Ainda hoje sua leitura é importante devido ao fato do seu conteúdo na área de adminstração, informática e até mesmo no dia-a-dia.