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sexta-feira, 29 de abril de 2011

O Calvário da Arthur Andersen

A via-crúcis da Arthur Andersen, iniciada com a quebra de um de seus maiores clientes, a Enron, será muito mais sofrida do que seu comandante Joseph Berardino podia imaginar. A empresa descobriu que os pedidos de indenização que investidores irão fazer na Justiça, de até US$ 10 bilhões, são apenas a primeira estação do calvário. As seguintes são mais difíceis. Para começar, seus clientes começaram a lhe virar as costas. Gigantes do porte do laboratório Merck & Co, da empresa de entregas Federal Express e da Delta Airlines ,disseram adeus as empresas que fugiram do escândalo. Em seguida, quem virou as costas à empresa foram seus pares. A Andersen, sentindo que a carteira de 2.400 clientes poderia escorrer entre os dedos, tentou negociar sua venda para os principais concorrentes e acabou rejeitada. Ouviu “não” três vezes. Sem muita alternativa, a direção da quinta maior empresa de auditoria do mundo resolveu adiantar-se e preparar ela mesma o próximo capítulo de sua história. Pediu a seus advogados que deixassem pronto um pedido de concordata e pode usá-lo na Justiça a qualquer instante.
Mas a empresa definitivamente não está no controle. O governo americano abriu processo contra ela, acusando-a de ter destruído ilegalmente “toneladas” de documentos da Enron. O crime, segundo a acusação, é de obstrução das investigações sobre a quebra da antiga gigante da energia. A multa pode ser de US$ 500 mil. A Andersen, porém, não entrega os pontos. Diz-se vítima de abuso de poder do governo e proclama-se inocente.

Trecho da matéria O Calvário da Arthur Andersen.

domingo, 24 de abril de 2011

25 de Abril!

Contabilista. Um profisional de grande importâcia no desenvolvimento econômico e social do nosso país.
A contabilidade vive um momento especial no Brasil. A classe contábil é cada vez mais valorizada, principalmente devido a turbulência econômica pela qual passa todos os países, dando maior visibilidade a atividade. Está provado que seja num período de crise ou não a contabilidade é um instrumento imprescindível no processo de tomada de decisão e na solução para a continuidade das organizações. Afinal, uma empresa sem contabilidade é como um barco a deriva.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

O Brasil na Convergência

Implicações de uma tendência global acelerada

As Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRSs, sigla em inglês para "International Financial Reporting Standard"), o novo padrão contábil global, estão ganhando rápida aceitação em vários países, fazendo com que as organizações de todo o mundo passem a avaliar as potenciais implicações e benefícios da adoção ao novo padrão.
A implementação das IFRSs pode ter impacto em quase todos os aspectos de uma empresa, incluindo relatórios financeiros, controles internos, impostos, finanças públicas, gestão de remunerações, controle de caixa, gerenciamento de serviços jurídicos, entre outros.
Embora a implementação de IFRSs de alta qualidade seja desafiadora, quando planejada e administrada adequadamente, pode trazer melhoras substanciais na performance das funções financeiras, simplificar o processo de elaboração dos relatórios financeiros societários globalmente, implementar controles e reduzir custos, pois promove:
  • Políticas padronizadas e otimizadas de relatórios financeiros e de contabilidade
  • Eficiência no uso e na disponibilidade de recursos
  • Relatório societário centralizado em centro de serviços compartilhados
  • Controles incrementados
  • Controle de caixa otimizado
Fonte: Deloitte

 

terça-feira, 5 de abril de 2011

Ler é bacana!

Academias cheias, pessoas na rua fazendo seu exercício diário, ótima alimentação e vários outros métodos para uma saúde e aparência física melhor. Tudo isso é importante. Mas e o principal, como fica nossa mente, como fica o nosso cérebro sem exercícios? Vazio, destreinado, a deriva no mundo repleto de informação e conhecimento.
Na minha opinião, ler enriquece nossa concentração e melhora nossa percepção e concepção do mundo em que vivemos, além de melhorar nosso vocabulário, escrita, nível de informação, cultura e contribuir para a melhoria no nosso raciocínio lógico. Quem lê se refugia do mundo real e acaba criando uma auto defesa nas palavras, já que esse raciocínio faz com que o indivíduo se torne mais inteligente. Como afirma Augusto Cury: "Mentes brilhantes não são privilégio de heróis nem de gênios, mas de mentes dispostas a serem treinadas." E ler é um hábito que, com certeza é o pontapé inicial para uma mente brilhante, regada de informação e um pensamento crítico.
Falo de leitura de verdade. Para mim aquelas revistas de fofocas sobre famosos ou "tabloides" que são muito comums dentro de ônibus não são um tipo de leitura relevante. Existem ainda aqueles que andam com um livro de auto-ajuda sob o braço com algum tipo de psicologia de botequim.
No Brasil as crianças são muito pouco incentivadas a terem o hábito da leitura, e isso é levado para outras fases da vida, não que uma pessoa não consiga adotar o hábito mais tarde, mas fica muito mais difícil que o indivíduo o faça. Uma pesquisa feita pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), revela que 20% dos jovens universitários do Estado de São Paulo não tem o hábito de ler, não só em São Paulo, mas isso se reflete em todo o país. Talvez haja uma melhora se compararmos hoje em dia com vinte ou trinta anos atrás. Na Argentina, por exemplo, a média de leitura é de 12 a 15 livros por pessoa por ano, é mais ou menos como ocorre na Europa também.
Seria ótimo ver os brasileiros gastando mais tempo lendo grandes obras literárias, ao invés das mesmas velhas notícias de sempre, que nada acrescentem, culturalmente falando.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Nota Fiscal Eletrônica: Uma Tecnologia Da Informação Como Instrumento Da Contabilidade Tributária

Resumo
Em plena era digital surgiu a Nota Fiscal Eletrônica, que permite ao Fisco homologar em tempo real as operações comerciais das empresas. O objetivo deste artigo é trazer o conceito da Nota Fiscal Eletrônica, apresentar o funcionamento do projeto e os benefícios esperados com a implantação, por parte do Sistema Público de Escrituração (SPED), do novo modelo de escrituração que substitui a nota fiscal em papel por um documento eletrônico com a mesma finalidade e validade jurídica. A problemática do trabalho é a discussão referente à incerteza que existe em relação aos benefícios financeiros, fiscais, ou até mesmo à agilidade no processo de escrituração, para as empresas que optarem pelo projeto. A metodologia adotada na elaboração deste artigo remete à pesquisa bibliográfica, realizada por meio de livros, artigos, mídias e sites relacionados com o projeto da NF-e. Traz como resultado que a NF-e terá a mesma função da nota em papel e que a diferença entre elas é quanto ao registro e arquivo que ocorrerão por meio eletrônico. Conclui-se que as empresas somente observarão benefícios a longo prazo e que o Fisco será o primeiro beneficiado com esse avanço tecnológico.

Introdução
Uma revolução digital promete acontecer na tecnologia da informação com a implantação da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o que causará impacto direto na contabilidade. A vida das empresas, em nível nacional, será impactada por uma verdadeira mudança em relação à emissão de nota fiscal, trazendo integração entre as Administrações Tributárias federal, estadual e municipal.
Com a adoção da escrituração digital surgiu uma grande discussão referente aos benefícios esperados com a implantação desse novo modelo de escrituração, e o problema a ser abordado neste artigo é quem de fato será beneficiado com o projeto da NF-e: o Fisco ou as empresas. O artigo pretende explicar o que é a Nota Fiscal Eletrônica, apresentar como funciona o projeto da NF-e e verificar os resultados esperados com a sua implantação.
Como a NF-e ainda é um tema recente, pouco se tem publicado na última década. Mas, é possível encontrar artigos referentes à utilização da tecnologia da informação na contabilidade, escritos por grandes pesquisadores da área da informática, como Edgard Bruno Cornachione Júnior, e da área da informatização na contabilidade, como Edson Oliveira, com o livro Contabilidade Informatizada.

Fragmento do artigo: Nota Fiscal Eletrônica: Uma Tecnologia Da Informação Como Instrumento Da Contabilidade Tributária Autor: JANICE APARECIDA DO NASCIMENTO 
Fonte: Artigonal

terça-feira, 29 de março de 2011

Por que a Internet não ajudou a economia a crescer tanto quanto se esperava?

Esta é uma pergunta feita e respondida num texto da revista Slate. A questão foi apresentada por diversos economistas, sendo que mais recentemente por Tyler Cowen (do blog Marginal Revolution).
Os economistas constataram que nos anos recentes as grandes economias mundiais apresentaram uma taxa de crescimento reduzida. Apesar das inovações tecnológicas como os chips, os celulares, o GPS, a internet, os caixas eletrônicos, entre outras maravilhas modernas. Já em 1987 o economista Robert Solow afirmava que “você pode ver a era do computador em qualquer lugar, menos nas estatísticas de produtividade”.
Outra possível explicação é que o ganho necessita de um tempo para aparecer. Esta explicação era coerente com os defensores da Nova Economia, que acreditavam que o problema estava sendo resolvido no crescimento da produtividade da década de 1990. Entretanto, os dados mostraram que a Nova Economia foi algo passageiro.
Outra explicação é a do ganho líquido. Neste caso, novas tecnologias favorecem alguns setores, mas prejudicam outros. No cômputo geral, o ganho é pouco expressivo.
Cowen defende outra teoria: talvez a internet não seja tão revolucionária quanto pensamos. Apesar de reconhecer a expansão da rede mundial, da forma como as pessoas se interagem, talvez não seja tão transformadora quanto foi a ferrovia.
A reação natural de alguns é que o problema estava na régua. Ou seja, na unidade de medida. Usando o setor de música, o artigo da Slate apresenta uma proposta: as pessoas pararam de comprar CD; mas isto não significa que a indústria de música está morrendo; apesar das pessoas estarem ouvindo mais música, a relação receita do setor e o PIB está diminuindo.

segunda-feira, 21 de março de 2011

TEDxSP 2009 - Fábio Barbosa - Como é importante o que você faz no dia-a-dia

Ideias inteligentes, de pessoas inteligentes, num evento inteligente. Acredite apaixonadamente no poder das ideias para mudar atitudes, vidas e, até o mundo. 
Esta é uma das palestras do TEDxSP 2009, conferência sem fins lucrativos que reuniu 30 pensadores de diversas áreas do conhecimento. Com o tema: O que o Brasil tem a oferecer ao mundo hoje? O TEDx São Paulo aconteceu no dia 14 de novembro de 2009. 

 

Fábio Colletti Barbosa (São Paulo, 3 de outubro de 1954) é um executivo brasileiro que atualmente preside o Conselho de Administração do Grupo Santander Brasil. Graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, instituição em que atuou como professor nas áreas de Mercado de Futuro e Derivativos, Barbosa fez MBA no IMD (Suíça).
Fonte: Wikipédia